A vida, sabe, é como um rio. Às vezes é calma, outras vezes se revolta. E de repente, o que era só tristeza, vira encanto. É como se fosse um jogo e a gente, sem perceber, começa a dançar conforme a música do momento.
Tudo bem, se em um instante a gente sente que a dor vai durar para sempre, porque em outro, ela se transforma em algo que nos ensina, nos dá forças. Pode parecer que a vida está cheia de sombras, mas depois vem uma luz, e, de repente, as cores voltam a aparecer, como um quadro que a gente acha que está feito, mas basta um toque, e tudo se transforma.
Mas tem também aqueles dias que, mesmo tentando, a felicidade tropeça. E o brilho das coisas parece opaco. Mas é aí que a vida se mostra, né? Sempre com uma surpresa. No final, a gente percebe que está sempre mudando de cenário, mudando o rumo da história. Afinal, quem escreveu isso tudo? Nós.
A vida é uma história viva. Somos mais do que personagens. Somos quem vira a página.
E não importa se o palco está escuro, a vida nunca para. Sempre tem chance de começar de novo, reescrever e fazer acontecer.
Lina


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